Com esta vitória, o piloto português, em KTM, manteve o terceiro lugar no campeonato, mas reduzindo de 70 para 23 pontos a desvantagem para o líder, o francês Marvin Musquin, que foi impedido de participar na prova sueca por decisão de um tribunal gaulês.
Musquin, que pilotou nas primeiras seis provas do campeonato uma Honda do team NGS, mudou para a KTM, mas os responsáveis da sua anterior equipa decidiram mover uma acção judicial ao piloto, vendo um tribunal dar-lhes razão, ao impedir o francês de correr por outra marca.
Além da aproximação a Musquin, Rui Gonçalves reduziu para 10 pontos a desvantagem para o segundo classificado, o francês Gaultier Paulin (Kawasaki).
Para o português, "o fim-de-semana foi fantástico", mostrando-se motivado para atacar as últimas quatro provas do campeonato e "continuar a andar na frente", mantendo em aberto a possibilidade de se sagrar campeão mundial da categoria MX2, caso vença as oito mangas (duas por prova) até ao final da competição.
De referir Rui Gonçalves é natural de Vidago (Chaves).
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